cinemateando: Gran Torino (2008)

o que falar do último filme atuado e dirigido pelo Clint? simplesmente NADA! isso mesmo nada a declarar (ok, vou falar sim).

um senhor ranziza chamado Walt Kowalski (polaco) que logo no início do filme temos o funeral da sua esposa, Dorothy Kowalski, onde familiares, amigos e um padre comparecem. o padre Janovich fez uma promessa a Dorothy, que iria cuidar do Walt e ele foi bem persistente mesmo com as SUTILEZAS de Walt.

como um ex-combatente da guerra da Coréia, Walt tem uma certa aversão/preconceito com orientais e o seu vizinho Thao deu mais alguns motivos pra isso, pois o mesmo tenta roubar o Gran Torino 1972 que Walt tem na garagem. o motivo do roubo é para poder entrar na gangue do primo Spider que fica lhe oferecendo proteção nas ruas.

e o nosso querido rabugento Walt acaba salvando Thao de uma surra da gangue do Spider e com isso começa uma onda de presentes de toda comunidade em agradecimento por ter salvo Thao e enfrentado a gangue. obvio que o sr. Kowalski não quer nada daquilo.

em forma de agradecimento e também em punição pela tentativa de roubo do Gran Torino 1972, a família do Thao o obriga a prestar serviços ao Walt, que não aceita, mas acaba dando trabalho pro garoto.

então nosso veterano de guerra acaba ganhando a amizade da família do Thao e Sue (irmã do Thao) o convida pra um churrasco em família, onde ele conhece um xamã Hmong que fala umas verdades para Walt.

e a Daisy? agora vocês perguntam quem é DAISY? uma das personagens principais do filme, que está sempre com Walt, companheira e amiga e tem uma das expressões mais bonitas e comoventes do filme como aparece na imagem a baixo:

Gran Torino é um ÉPICO do cinema, um daqueles filmes que tu vê e revê. eu demorei pra assistir, mas mesmo assim valeu a pena, pois como dizem: “antes tarde do que nunca.”
apreciem esse drama com o toque mágico do Eastwood. quem ainda não viu, não perca mais tempo.
-baddiogo
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